Lançado na véspera do Carnaval, pelo Banco Central, o pagamento em Pix por meio de aproximação é mais uma opção para as pessoas que desejam fazer pagamentos no comércio físico sem ter a necessidade de digitar uma chave ou escanear um QR Code. Apesar disso, por ser uma iniciativa nova, muitas pessoas ainda desconhecem as funcionalidades dessa nova modalidade.
Em Brasília, diversos comerciantes ainda não receberam o Pix por meio da tecnologia NFC, alguns inclusive ainda nem sabiam da mudança. "Fiquei sabendo hoje disso", afirmou ao Correio uma vendedora de artesanato na Feira da Torre de Brasília. Em algumas máquinas de pagamento, já é possível optar pela aproximação, em vez do QR Code.
A recepcionista Erica Reis, 31 anos, aceitou o convite da reportagem para testar o pagamento em Pix por aproximação. Após ter realizado a compra de um sorvete por meio da modalidade, ela reconheceu que a mudança facilitou bastante a transação e aumentou a praticidade. "Agora eu prefiro fazer por aproximação, mesmo", destacou. Erica, que já costuma utilizar o Pix convencional em supermercados e outras lojas físicas, disse que pretende continuar utilizando a nova opção. "Colocar a chave ou escanear o QR Code acaba demorando um pouco mais, preferi assim", acrescentou.
É a mesma coisa com o débito por aproximação, só acrescentou algo que já existia.
Com o objetivo de reduzir ainda mais o tempo para realizar o pagamento instantâneo, o Pix por aproximação ainda está em fase de testes. Em um primeiro momento, as transações por aproximação terão um valor máximo padronizado de R$ 500. Também inicialmente, o recurso está disponível apenas para dispositivos Android, por meio do Google Pay. Usuários de iPhones ainda não têm acesso à funcionalidade nesta fase.